Amigos fazem campanha para velório e sepultamento de brasileira

Foto2 Ariane Miranda da Silva1 Amigos fazem campanha para velório e sepultamento de brasileira
Ariane Miranda da Silva imigrou com a família aos EUA quando tinha 7 anos de idade (Foto: GoFundMe.com)
Foto2 Ariane Dicionir Dyllan e Vanda Miranda da Silva Amigos fazem campanha para velório e sepultamento de brasileira
Ariane, Dicionir, Dyllan e Vanda Miranda da Silva em momento de comemoração (Foto: GoFundMe.com)

Ariane Miranda da Silva, de 26 anos, faleceu no sábado (7), em Massachusetts

No sábado (7), faleceu a jovem Ariane Miranda da Silva, de 26 anos, natural de Santa Catarina e moradora em Massachusetts. Na segunda-feira (9), a internauta Juliane de Souza Nelson, de Medway (MA), iniciou no website GoFundMe.com a campanha beneficente: https://www.gofundme.com/in-ariane039s-honor; cujo objetivo é angariar US$ 10 mil para pagar as despesas com velório e sepultamento. Até a tarde de quarta-feira (11), haviam sido arrecadados US$ 6.190.

Ela morava nos EUA com os pais Dicionir e Vanda e o irmão caçula, Dyllan, que sofre de “fibromatose”. A síndrome, também conhecida como Doença de Von Recklinghausen, é uma doença hereditária que se manifesta por volta dos 15 anos e que provoca o crescimento anormal de tecido nervoso pelo corpo, formando pequenos tumores externos, chamados de neurofibromas. Geralmente, a neurofibromatose é benigna e pode ser dividida em dois grupos: Neurofibromatose tipo 1 e Neurofibromatose tipo 2. A síndrome não tem cura, mas pode ser tratada com cirurgia e radioterapia para diminuir o número e tamanho dos tumores.

“Ariane Miranda da Silva faleceu inesperadamente no sábado, 7 de julho de 2018, aos 26 anos de idade. Ariane era a filha amada de Dicionir e Vanda e a amada irmã mais velha de Dyllan. Ela também era ‘mãe’ de seu cachorro, Noah e seu gato, patas.

Ariane nasceu em 12 de outubro de 1991 em Santa Catarina, Brasil. Ela chegou aos Estados Unidos em 1999, quando tinha sete anos de idade. Ariane era carinhosamente chamada de ‘Nani’ e ‘Ari’ pelas pessoas próximas a ela. Ela tinha uma grande personalidade, um sorriso lindo e uma gargalhada contagiante. As pessoas naturalmente gravitavam em sua direção. Ela era muito próxima à família e tinha um grande grupo de amigos. Ariane sempre tentou ajudar outras pessoas necessitadas. Sua família sempre se lembrará de sua última semana juntos em Cape Cod (MA), onde ela estava dançando e fazendo piadas.

Ariane amava seu irmão Dyllan, que tem neurofibromatose. Ela o homenageou com uma tatuagem no braço. Todo mês de outubro, ela organizava a família e os amigos, além de criar camisetas para uma campanha de arrecadação de recursos para apoiar a NF.

Esta página do GoFundMe está sendo configurada para ajudar nos custos de enterro e auxiliar os membros sobreviventes da família de Ariane. Enquanto os custos são desconhecidos neste momento, sua generosidade é apreciada”, diz a mensagem postada no GoFundMe.com.

 

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