Após abrir fronteiras para refugiados, Suécia sofre aumento de casos de estupro

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Refugiados na cidade suéca de Kalmar, onde refugiados cristãos foram forçados a sair do conjunto habitacional depois de serem perseguidos e ameaçados por muçulmanos (Foto: GateStone Institute)

Atualmente, o país paga um preço alto por isso e o grupo que vem sofrendo as consequências mais severas em decorrência dessa política são as mulheres suecas, segundo o jornal The Daily Caller

Enquanto a Europa inteira confronta as realidades sociais e financeiras de abrir as portas para milhões de imigrantes muçulmanos, é quase inevitável a comparação entre países. A Suécia começou a abrir as portas para os refugiados muçulmanos na década de 70. Atualmente, o país paga um preço alto por isso e o grupo que vem sofrendo as consequências mais severas em decorrência dessa política são as mulheres suecas, segundo o jornal The Daily Caller.

Quando os homens muçulmanos imigraram à Suécia, eles trouxeram a cultura islâmica da permissão do estupro. Trata-se de uma cultura entrenhada e vinculada ao tratamento de suas próprias mulheres. Conforme a Sharia, lei islâmica, as mulheres têm a obrigação de cuidar da casa e das crianças e atender os desejos sexuais dos maridos. Uma mulher não submissa corre o risco de ser estuprada pelo próprio marido. Entretanto, ainda conforme a Sharia, essa cultura do sexo forçado impacta também as mulheres suecas, pois, como “infiéis” (não muçulmanas), servem legalmente de alvo de ataque por homens muçulmanos. Tal sistema de crença tem levado à disparada nos casos de estupro na Suécia, mais de 1 mil, desde que as portas do país foram abertas para a imigração muçulmana.

Um relatório emitido pelo Conselho Sueco de Prevenção ao Crime de 1996 enfatizou que os imigrantes muçulmanos oriundos no norte da África tende 23 mais a cometer estupro que os homens suecos. Os índices reforçam a fama que a Suécia é atualmente a “capital do estupro” no ocidente. Ainda mais chocante, o politicamente correto que lança sombra sobre a denúncia dos casos de abuso. Sensíveis às acusações de islamofobia, a imprensa sueca, aparentemente, se recusa a soar o alarme para as mulheres nativas sobre quem são esses predadores, ou seja, quando um muçulmano comete um estupro, a mídia se refere a ele como sueco.

Mas, a falha em identificar os estupradores muçulmanos permitiu que se eles se escondam nas sombras para cometer crimes sexuais ainda mais graves. Sem medo de serem punidos, os predadores adotaram a mentalidade da matilha de lobos. Um crime virtualmente não existente na Suécia na década de 70, o estupo em grupo tornou-se agora comum  no país.

Entre 1995 e 2006, o governo sueco monitorou a incidência de estupros perpetrados por vários homens ao mesmo tempo (gang rape) e percebeu o aumento drástico da tendência. Entretanto, após identificar o problema, as autoridades “enterraram a cabeça na areia”, suspendendo qualquer estudo sobre o assunto. Aparentemente, o temor do governo sueco em parecer islamofóbico parece ser maior que a segurança das mulheres suecas. Em decorrência do fato de nenhum estudo ter sido realizado sobre o tema desde 2006, especula-se que esse número possa aumentar.

Uma comparação interessante entre a Suécia e o Japão revela constrastes profundos. O Dr. Mordechai Kedar, agente do Departamento de Inteligência de Israel, observou em seu artigo publicado em 20 de maio de 2013: “Um país sem muçulmanos”, embora o país tenha uma população de 127 milhões de habitantes, há somente 10 mil residentes muçulmanos. Os muçulmanos totalizam menos de 0.01% da população, em contraste com os países europeus. Apesar de o Japão não considerar a imigração muçulmana uma fonte de preocupação, Kedar explica que os japoneses permanencem preocupados com a influência muçulmana no país.

O especialista explica que: “primeiramente, o japonês tende a agrupar todos os muçulmanos como fundamentalistas que não estão dispostos a abandonar seus pontos de vista tradicionais e adotar formas novas de pensar e se comportar. No Japão, o Islamismo é visto como uma religião estranha, que qualquer pessoa inteligente deva evitar”.

“A maioria dos japoneses não possui religião, mas comportamentos ligados à religião Shinto, com elementos do Budismo integrados aos costumes nacionais. No Japão, a religião está conectada ao conceito nacionalista, portanto, o preconceito existe contra os estrangeiros, sejam chineses, coreanos, malaios, indonesianos e os ocidentais não escapam desse fenômeno tampouco”, acrescentou. “Algumas pessoas consideram isso ‘conceito desenvolvido de nacionalismo’ e outras que o consideram ‘racismo’, embora as duas, aparentemente, possam não estar erradas”.

Kedar também explicou que “em último lugar, os japoneses ignoram o conceito de monoteísmo e fé em um deus abstrato, pois o conceito deles de mundo é aparentemente conectado ao material e não à fé e emoções. Parece que eles igualam o Judaísmo ao Islamismo. O Cristianismo existe no Japão, mas não é visto de forma negativa, aparentemente porque a imagem de Jesus é percebida no país como as imagens de Buda e Shinto”.

Quando a comunidade internacional foi chamada para ajudar no reassentamento dos refugiados muçulmanos, o Japão ofereceu ajuda financeira, mas rejeitou abrir suas portas para a imigração. O tema tráz à tona até que ponto é importante a assimilação cultural dos novos imigrantes nos países hospedeiros.

 

Sobre o autor

O jornalista Leonardo Ferreira é formado em Comunicação Social pelas Faculdades Integradas Hélio Alonso – FACHA, sediada no Rio de Janeiro - RJ.

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