Brasileira busca doador de rim compatível para transplante

Foto3 Eloisa Rocha Brasileira busca doador de rim compatível para transplante
Eloísa Rocha utilizou as redes sociais na tentativa de conseguir um doador de rim, que deve ser dos tipos sanguíneos O+ ou O-, gozar de boa saúde e não sofrer de pedra nos rins

Eloísa Rocha sofre da Síndrome de Raynaud e é portadora de Lupus Eritematoso Sistêmico

A valadarense Eloísa Rocha, de 57 anos, moradora em Millis (MA), iniciou nas redes sociais uma campanha cujo objetivo é encontrar um doador de rim compatível. Ela vive há aproximadamente 29 anos nos EUA e sofre de Síndrome Raynaud e é portadora de Lupus; sendo que essa última condição comprometeu as funções renais dela. Há cerca de 2 anos e meio, a brasileira se submete à hemodiálise enquanto aguarda por um doador; cujos tipos sanguíneos devam ser O+ ou O-, gozar de boa saúde e não sofrer de pedra nos rins.

Ela atua profissionalmente como babá, mas, devido ao estado de saúde debilitado, não tem conseguido trabalhar. Eloísa frisou que, segundo nos médicos, o tempo de recuperação de um doador é mais rápido que o do receptor, ou seja, entre 2 a 4 semanas.

O lúpus é uma doença crônica autoimune, caracterizada por inflamações na pele, articulações, olhos, rins, cérebro, coração e pulmões. Não tem causa conhecida e é mais comum em mulheres jovens e em pessoas negras e mestiças.

Nessa doença, o corpo produz uma quantidade muito maior de anticorpos e esse desequilíbrio resulta em um mau funcionamento. Dessa forma, a nossa defesa “ataca” do nosso próprio corpo, podendo atingir qualquer parte de nosso organismo, mas principalmente, atingindo o núcleo das células. Lúpus ainda é uma doença sem cura e bastante imprevisível, mas que possui tratamento.

A síndrome de Raynaud, também chamada fenômeno de Raynaud ou doença de Raynaud, é uma condição que afeta os vasos sanguíneos, principalmente dos dedos das mãos e dos pés, embora vasos do nariz, dos lábios e dos lobos das orelhas também possam ser envolvidos. A síndrome pode ser um fenômeno primário ou pode estar relacionada a outras condições médicas e é, então, dita secundária.

Não se conhece inteiramente a causa, mas sabe-se que ela pode estar associada à vibração de ferramentas que a pessoa afetada esteja manuseando, à síndrome do túnel do carpo, doenças arteriais obstrutivas, doenças do tecido conectivo, algumas medicações, tabaco e desordens tireoidianas, dentre outras condições. Aproximadamente, 25% dos pacientes têm uma história familiar dessa condição. Os ataques da síndrome de Raynaud parecem ser uma reação temporária dos vasos sanguíneos às temperaturas frias e ao estresse. As pessoas em maior risco são do sexo feminino, com idades entre 15 e 30 anos, que vivem em local de clima frio e têm história familiar da doença.

. Campanha beneficente:

Mais informações sobre a campanha beneficente nas redes sociais podem ser obtidas através do tel.: (508) 244-9325 e ou e-mail: [email protected]

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