Brasileiro assume culpa por reentrar ilegalmente nos EUA

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A Juíza da Corte Distrital Indira Talwani agendou a audiência de sentença para 28 de junho de 2018

Geovane José Ferreira Já havia sido deportado em 17 de dezembro de 2003

Na sexta-feira (30), Geovane José Ferreira, de 34 anos, assumiu a culpa na Corte Federal em Boston (MA) com relação à acusação de ter reentrado clandestinamente nos EUA depois de ter sido deportado. A Juíza da Corte Distrital Indira Talwani agendou a audiência de sentença para 28 de junho de 2018. As informações são da Promotoria Pública de Massachusetts.

Em 2 de agosto de 2017, agentes na cidade de Essex prenderam Ferreira e descobriram que ele estava de forma irregular nos EUA. O brasileiro já havia sido deportado em 17 de dezembro de 2003.

O chefe do Departamento de Polícia de Essex, Peter G. Silva, informou na sexta-feira (30) que as autoridades municipais receberam um telefonema de agentes do Departamento de Imigração (ICE). Eles informaram que seguiam um motorista e, portanto, necessitavam de ajuda para prender o indivíduo, posteriormente identificado como Ferreira, ao longo da Eastern Avenue.

Os agentes do ICE prenderam Ferreira, detalhou Silva, e a polícia municipal ajudou no transporte dele até a divisa com a cidade de Manchester, onde as autoridades federais o esperavam e o colocaram numa caminhonete. O veículo dirigido pelo brasileiro foi rebocado do local.

“Esse foi o nosso envolvimento e nós limpamos a cena”, disse Silva com relação a atuação da Polícia de Essex. Nós não (enquanto autoridade municipal) não tentamos fazer cumprir as leis migratórias. Essa não é a nossa tarefa”.

Ferreira pode ser condenado a até 2 anos de prisão, 1 ano de liberdade condicional, multa de US$ 250 mil e entrará em processo de deportação depois de cumprir a pena. As sentenças são determinadas por um juiz da Corte Federal Distrital; tendo como base as Diretrizes de Sentenças dos EUA e outros fatores estatutários.

O Promotor Público Federal Andrew E. Lelling e Michael Shea, agente especial do Setor de Investigações do Departamento de Segurança Nacional (DHS) em Boston, informaram sobre o caso na sexta-feira (30). O promotor público assistente, David G. Tobin, da Unidade de Crimes Graves de Lelling, é o responsável pelo caso.

 

 

 

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