Brasileiro é preso por contaminar mulher com o vírus HIV

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A prisão do brasileiro ocorreu em dia 20 de outubro, após investigação iniciada em agosto, porém foi divulgada apenas na quinta-feira (14)

O indivíduo, de 31 anos, que não teve o nome divulgado, é acusado de expor outras 3 mulheres ao vírus

Um brasileiro de 31 anos foi preso pela polícia italiana na cidade de Rimini por ter contagiado uma mulher com o vírus da Aids, divulgou a agência de notícias Ansa. O indivíduo, que não teve o nome divulgado, é acusado de expor outras três mulheres ao vírus HIV.

A prisão do brasileiro ocorreu em dia 20 de outubro, após investigação iniciada em agosto, porém foi divulgada apenas na quinta-feira (14). O acusado está em regime de detenção domiciliar.

De acordo com a polícia de Rimini, ele foi diagnosticado com Aids quando tinha 24 anos de idade e suspendeu o tratamento retroviral em 2017. O brasileiro retomou o tratamento apenas esporadicamente em 2018, até tê-lo interrompido de forma definitiva.

Ainda segundo a Ansa, o brasileiro foi denunciado por uma mulher contagiada, que havia o conhecido através da internet. As investigações identificaram outras 3 potenciais vítimas: a namorada atual do brasileiro e 2 mulheres que ele também conhecera pela internet.

As 3 mulheres confirmaram que tiveram relações sexuais com o homem sem saber que ele era soropositivo. Durante depoimento à polícia, o suspeito não respondeu às perguntas dos investigadores. Na tentativa de impedir o avanço da contaminação de mais vítimas, as autoridades italianas apuram se outras mulheres tiveram relações sexuais sem proteção, ou seja, sem o uso de preservativos (camisinha) com o brasileiro.

Em 1º de dezembro é celebrado o Dia Mundial de Luta Contra a Aids. A data é lembrada em diversos países e tem o objetivo de sensibilizar a população para a importância do diagnóstico e prevenção da doença. Apesar dos avanços em relação ao tratamento e qualidade de vida dos portadores do vírus HIV e Aids, um dos maiores problemas permanece sendo o não uso do preservativo nas relações sexuais.

Atualmente, não há mais distinção entre pessoas que fazem parte de um grupo de risco para contaminação pelo HIV e outro grupo que tem menos chances de ser contaminado. O que existe é a classificação de um comportamento de risco, praticado por qualquer pessoa que tenha relação sexual sem o uso de preservativos, compartilhe seringas e agulhas, ou reutilize objetos perfurantes ou cortantes com a presença de sangue ou fluidos contaminados pelo HIV.

 

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