Brasileiro pinta mural em homenagem a bombeiros em NY

Foto17 Mural Eduardo Cobra Brasileiro pinta mural em homenagem a bombeiros em NY
A obra foi pintada num prédio de 8 andares na E. 49th St., próxima à 3ª Avenida, em Manhattan (NY) (Foto: Instagram)

A obra tem como tema os bombeiros que atuaram nos ataques terroristas de 11 de setembro de 2001

Na terça-feira (11), o artista plástico brasileiro Eduardo Kobra, durante as homenagens às vítimas do ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 em Nova York, a imagem do bombeiro Mike Bellantoni foi pintada num prédio de 8 andares na E. 49th St., próxima à 3ª Avenida, em Manhattan (NY). A imagem dele, de joelhos, cabeça baixa, apoiado no cabo de um machado, aparentando cansaço e tristeza pela destruição das Torres Gêmeas, tornou-se um ícone. O mural teve como inspiração essa fotografia tirada na época pelo fotógrafo freelance Matthew McDermott.

“Eu acho que essa imagem conseguiu transmitir todo esse sentimento devido à posição que ele estava. O lamento, o sentimento que o bombeiro demonstrou”, disse Eduardo ao jornal NY Post. “Ele estava lutando contra uma coisa muito difícil”.

No domingo (16), admiradores pararam para admirar e fotografar o painel gigante, inclusive dois atendentes de uma ambulância.

“Isso os emociona ainda mais que o público em geral, pois eles vestem uniformes”, comentou Matthew, que cobria os atentados em 11 de setembro.

. Outros brasileiros:

No sábado (15), uma equipe de nadadores brasileiros, naturais de Capão Redondo, na região metropolitana de São Paulo, participaram da competição “Liberty to Freedom Swim”. Antes da disputa, eles treinaram todos os dias de manhã na piscina olímpica do St. Benedict’s School, no centro de Newark.

O “Liberty to Freedom Swim” é uma competição de natação cujo objetivo é celebrar a liberdade do povo americano e manter a viva a memória das milhares de vítimas dos ataques terroristas ocorridos em 11 de setembro de 2001 nos EUA.

Durante 15 anos, Tom e JoAnn Meeham nunca faltam ao pronunciamento do nome da folha do casal, Colleen Barkow, no memorial construído no local do antigo World Trade Center. Todos os anos, eles fazem a peregrinação desde Toms River (NJ), onde ela está sepultada, ao local onde Barkow deu o último suspiro nas cerimônias anuais em comemoração ao dia 11 de setembro no Memorial Plaza. Algumas vezes JoAnn diz: “Colleen Ann Barkow”. Outras vezes, Daryl Meehan, irmão da vítima, diz: “Colleen Ann Barkow”. Tom Meehsan quer que o nome da filha seja dito para sempre.

“Uma organização de veteranos de guerra disse uma vez que ‘uma pessoa morre duas vezes: Uma vez quando deixa fisicamente esse mundo e outra vez quando o nome dela é dito pela última vez”, disse Tom. “Por isso é tão importante que (a cerimônia) continue”.

Na terça-feira (11), às 8:57 da manhã, o nome de Colleen foi dito pela 17ª vez desde 11 de setembro de 2001. Ele foi um dos 2.963 nomes ditos em homenagem àqueles que morreram nos ataques terroristas ocorridos em New York City, no Pentágono, no voo 93 e na explosão da bomba no subsolo do World Trade Center em 1993. Já idosos e com problemas de saúde, Tom e JoAnn assistem atualmente à cerimônia pela televisão.

 

 

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