Brasileiros são acusados de traficar pessoas na fronteira do Canadá

Foto16 James P. Kennedy Jr  Brasileiros são acusados de traficar pessoas na fronteira do Canadá
O Procurador de Justiça James P. Kennedy Jr. (centro) foi o responsável pelo caso envolvendo Tiago Mello Lima e Renan Portela Bandeira de Souza, ambos de 32 anos (Foto: Twitter)

Tiago Mello Lima e Renan Portela Bandeira de Souza, ambos de 32 anos, enfrentam 13 acusações 

Em 30 de setembro, o Procurador de Justiça James P. Kennedy Jr. anunciou que 2 brasileiros residentes no Canadá, Tiago Mello Lima, de 32 anos, e Renan Portela Bandeira de Souza, de 32 anos, enfrentam 13 acusações de conspirar para trazer estrangeiros para os EUA, contrabando de estrangeiros por dinheiro e trazer ao país um estrangeiro por um local que não fosse um posto da Alfândega. Lima enfrenta a sentença mínima obrigatória de 5 anos de prisão e o máximo de 15 anos, se condenado. Já Souza enfrenta a sentença mínima obrigatória de 3 anos de prisão e um máximo de 10 anos, caso seja considerado culpado. As informações são da Procuradoria de Justiça do Distrito Oeste de Nova York, de 30 de setembro.

O procurador federal assistente, Charles Kruly, que lida com o caso, afirmou que, de acordo com a acusação, entre aproximadamente agosto de 2018 e 28 de abril de 2019, os acusados conspiraram com outros comparsas para trazer pessoas para os EUA, mesmo sabendo que esses indivíduos eram estrangeiros e através de locais que não sejam a Alfândega. Lima teria contrabandeado 6 estrangeiros para os EUA em troca de dinheiro, enquanto Souza é acusado de contrabandear 2 estrangeiros para os EUA.

Renan Portela Bandeira de Souza ouviu as acusações perante o Juiz Federal Jeremiah J. McCarthy e aguarda uma audiência para quinta-feira (10). Lima será agendado para ouvir formalmente a acusação em uma data posterior.

A descoberta da quadrilha é o resultado da investigação efetuada pela Patrulha da Fronteira (CBP), sob a direção do agente chefe de patrulha, Eduardo Payan, e do Setor de Investigações do Departamento de Segurança Interna (DHS), sob a direção do agente especial encarregado, Kevin Kelly.

Trata-se apenas uma acusação e presume-se que os réus sejam inocentes até que sejam comprovadamente culpados.

 

Related posts

Comentários

Send this to a friend