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Amazonas é tema de exposição de arte em NY

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image Crianças indígenas amazonenses, também conhecidas como “curumins”

A exibição acontecerá entre 26 de outubro a 18 de dezembro na Galeria de Arte e Imaginário da Amazônia – GAIA

A Amazônia como uma matriz cultural no mundo pós-moderno é a tônica da 1ª Coletiva Internacional de Artistas Amazônicos produzida pela Galeria de Arte e Imaginário da Amazônia – GAIA, em New York, no período de 26 de outubro a 18 de dezembro de 2009. A 1ª Coletiva é uma realização do Instituto Dirson Costa de Arte e Cultura Amazônicas (IDC) e produção executiva da GAIA, ambos com sede em Manaus, Amazonas.

Ao todo, estão expostas 100 obras de arte, entre as técnicas acrílicas sobre tela e arte-marchetaria, de oito artistas da Amazônia brasileira que fazem parte do Projeto de “Formação Profissional Artística para a Reconstrução do Imaginário Amazônico”, desenvolvido pelo IDC, desde 2003.

A 1ª Coletiva Internacional de Artistas Amazônicos está dividida em dois temas – “Trançados e Cores da Amazônia” e “Amazônia sou eu!” – e será exibida em três espaços de exposição em New York. O primeiro faz parte do evento Tributo à Villa-Lobos, organizado pela Sociedade da Língua Portuguesa da Organização das  Nações Unidas (UNSRC) ocorreu no saguão do prédio do Secretariado, sede das Nações Unidas (ONU).

Com o tema “Amazônia sou eu!” a exposição no Secretariado da ONU traz a poética amazônica do belo, e mostra um “Brasil brasileiro” na expressão mais pura dos primeiros filhos da nação brasileira. De acordo com a diretora-presidente do IDC, Aidalina Nascimento, as ações culturais desenvolvidas pelo Instituto Dirson Costa revelam a profunda influência das idéias de Villa-Lobos de mostrar uma cultura genuinamente brasileira aos brasileiros e ao mundo. “Esta sincronia com o pensamento de Villa-Lobos despertou a atenção da Sociedade da Língua Portuguesa da ONU, e resultou no convite ao Instituto para representar a Amazônia neste mega evento. Nestas exposições, os visitantes terão contato com nosso “ethos” nas obras de arte e com a exuberância do maior ativo brasileiro que é a Amazônia”, destacou Aidalina.

Estarão nas três exposições em New York as obras dos artistas amazônicos: Duhigó (etnia: Tukano); Dhiani Pa'saro (etnia: Wanano); Iwiri-ki (etnia: Apurinã); Sãnipã (etnia: Apurinã); Tóo Xac Wa (etnia: Óro Náo); Yúpuri (etnia: Tukano); Tchanpan (etnia: Kokama) e Kawena (etnia: Kokama).

O segundo espaço que receberá a 1ª Coletiva Internacional de Artistas Amazônicos, com o tema “Trançados e Cores da Amazônia”, será a galeria Ward Nasse, na Prince St., no coração do artístico bairro Soho. Na Ward Nasse Gallery, as obras expostas ficam de 7 de novembro a 6 de dezembro de 2009. Paralelamente, acontece a continuação da exposição “Amazônia sou eu!”, agora na Brazilian Endowment for the Arts – BEA Art Hall Gallery, na 240 E. 52nd St., Manhattan (NY), no período de 13 de novembro a 18 de dezembro, finalizando o terceiro momento da 1ª Coletiva Internacional de Artistas Amazônicos.

O Instituto Dirson Costa de Arte e Cultura Amazônicas, idealizado pelo maestro e compositor amazonense Dirson Costa, ex-aluno de Villa-Lobos no Brasil, é uma instituição privada sem fins econômicos, cuja missão é preservar a Amazônia no âmbito das culturas, tendo como meio o estudo das Artes e a prática da Cultura da Paz.

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