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Imigração deporta brasileira acusada de tráfico infantil

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image Vânia Maria Plasse foi presa em 12 de janeiro de 2011 pelas autoridades norte-americanas, na região de Tucson

A valadarense Vânia Maria Plasse, de 47 anos, chegou na quarta-feira (27) ao Aeroporto Internacional de Guarulhos, São Paulo

Na quarta-feira (27), Vânia Maria Plasse, de 47 anos, natural de Governador Valadares (MG), procurada no Brasil por suspeita de tráfico infantil, foi deportada por agentes do Departamento de Imigração (ICE) e do Departamento de Justiça e Operações de Remoções (ERRO) em Phoenix. Ela estava detida em uma penitenciária do Arizona e chegou ao Aeroporto Internacional de Guarulhos no mesmo dia, segundo um comunicado emitido pela Imigração.

Vânia recebeu ordem de prisão emitida por um juiz brasileiro em abril de 2011, consequente de uma investigação relativa ao tráfico infantil.

“O retorno de Plasse ao Brasil para enfrentar as acusações criminais foi resultado de um trabalho conjunto e cooperação internacional entre agentes do ICE no Arizona, nossa filial no Brasil e Departamento de Justiça Brasileiro”, disse Katrina S. Kane, diretora do ERRO em Phoenix. “O ICE dedica-se a trabalhar em conjunto com nossos parceiros aqui e no exterior para garantir que esses indivíduos sejam identificados e levados à justiça”.

Plasse foi presa em 12 de janeiro de 2011 pelas autoridades norte-americanas, na região de Tucson, por patrulheiros quando tentava entrar clandestinamente próximo à Nogales. Posteriormente, ela recebeu um comunicado para comparecer perante um juiz de imigração e transferida para a custódia do ICE que a manteve no Centro de Detenções Eloy, enquanto aguardava o processo de deportação.

Em abril de 2011, a filial do ICE em Brasília – DF notificou agentes de imigração no Arizona que as autoridades brasileiras haviam emitido um mandato de busca em nome de Plasse resultante de uma investigação por tráfico infantil. O assistente do conselheiro chefe, Ryan Goldstein, do ICE em Phoenix, transmitiu a ordem de litígio e em maio de 2012 um juiz de imigração determinou que a brasileira fosse deportada.

Desde outubro de 2009, o ERRO já deportou aproximadamente 455 fugitivos estrangeiros que estavam sendo procurados em seus países de origem por crimes graves, incluindo sequestro, estupro e homicídio. O órgão atua junto com o Departamento de Assuntos Estrangeiros do ICE, Departamento de Assuntos Consulares dos EUA e a Interpol na identificação de estrangeiros procurados que buscam refúgio no país.

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