“Agenciadora” é presa por arranjar casamentos falsos no Texas
Conforme documentos na Corte, Botello arranjava casamentos fraudulentos entre estrangeiros e cidadãos norte-americanos desde 2002
Em 21 de junho, a réu Santos Botello, de 76 anos, residente em Edinburg (TX), foi formalmente acusada de conspirar para arranjar casamentos falsos, anunciou o promotor público federal Kenneth Magidson. A investigação foi conduzida por agentes do Departamento de Imigração (ICE), do Departamento de Segurança Nacional (DHS) e do Departamento de Cidadania e Serviços de Imigração (USCIS). Ela foi presa em 20 de junho e compareceu à audiência, presidida pela Juíza Dorina Ramos, no tribunal no dia 21.
Conforme documentos na Corte, Botello arranjava casamentos fraudulentos entre estrangeiros e cidadãos norte-americanos desde 2002. Segundo as acusações, ela apresentava casais que não tinham a intenção de viver juntos e sim conseguir benefícios migratórios, preenchia formulários migratórios e os instruía sobre como comportar-se perante as autoridades migratórias. Além disso, ela pedia que o estrangeiro e o cidadão tirassem fotografias juntos explicava como responder a perguntas feitas pelos agentes de imigração.
Ao preencher a petição junto ao USCIS, os cidadãos podem solicitar a residência permanente para seus cônjuges ou um parente estrangeiro. As penalidades para casamentos fraudulentos incluem até 5 anos de prisão, pagamento de multa no valor máximo de US$ 250 mil e 3 anos de liberdade condicional.
As promotoras públicas assistentes Kristen Rees e Kimberly Leo, do Distrito Sul do Texas, são responsáveis pelo caso.



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