Doutor acusado em morte de brasileira tem licença temporariamente suspensa
O Comitê Estadual de Examinadores Médicos havia agendado a realização de uma audiência em junho desse ano para avaliar a suspensão imediata da licença do Dr. Bejjani
Segundo o boletim do Departamento de Defesa dos Direitos do Consumidor de New Jersey, um médico que supostamente realizava cirurgias cosméticas e da coluna vertebral, apesar de não estar qualificado para isso, e que não informou a morte de um de seus pacientes ocorrida em sua clínica no Condado de Morris, concordou em parar, temporariamente, a prática da medicina, conforme um acordo feito com o Comitê Estadual de Examinadores Médicos. O Dr. Fadi J. Bejjani, de 56 anos, proprietário da Cedars Minimally Invasive Surgical Suite, também conhecida como Advanced Minimally Invasive Surgery, LLC., também supostamente mentiu durante a aplicação de renovação de licença ao não citar ações disciplinarias tomadas contra ele em New York e por não revelar a assunção de culpa relativa a conduzir um veículo alcoolizado (DWI).
O Comitê Estadual de Examinadores Médicos havia agendado a realização de uma audiência em junho desse ano para avaliar a suspensão imediata da licença do Dr. Bejjani, caso ele não concordasse em entregar voluntariamente a sua licença, enquanto aguarda uma audiência futura.
Em 27 de janeiro desse ano, a manicure Graciana Carvalho Sampaio, de 28 anos, natural do Rio de Janeiro, faleceu após se submeter à uma lipoaspiração e implantes de seio. O Dr. Bejjani, profissional que executou o procedimento cirúrgico na brasileira, não é autorizado pelo Conselho de Cirurgia Cosmética, segundo a advogada Erin Cirelli, do escritório Michael V. Calabro, em Newark (NJ), responsável pelo caso. De fato, a experiência e treinamento do Dr. Bejjani abrangem as áreas de controle da dor e fisiatria. A advogada frisou que ele sofreu ação disciplinar em New York e teve sua licença médica suspensa no mesmo estado, em setembro de 2011.
As circunstâncias da morte de Graciana estão sendo investigadas pela Promotoria Pública do Condado de Morris, sob a liderança do detetive Harrison Dillard. O médico e a clínica estão sob a mesma investigação.
Sampaio possuía 2 filhos menores que residem no Brasil e não tinha parentes nos Estados Unidos. Logo após o seu falecimento, a comunidade brasileira residente no bairro do Ironbound, em Newark (NJ), mobilizou-se para angariar fundos em prol de seu funeral nos Estados Unidos e traslado do corpo de volta ao Brasil para sepultamento na capital fluminense.



del.icio.us
Digg
Add to Any
AskJeeves
BlinkList
Blue Dot
ButterFly
Diigo!
Facebook
FeedMarker
Furl
Google
Linkroll
MyLinkVault
Myspace
Netvouz
NowPublic
Rojo
Socialize it!
Windows Live Favorites
Yahoo MyWeb