Brasileiro é acusado de agredir ex-patrão em disputa salarial

Foto8 Marcone Oliveira e Silva Brasileiro é acusado de agredir ex patrão em disputa salarial
Marcone Oliveira e Silva, de 31 anos, morador em Framingham (MA) foi liberado sem a necessidade do pagamento de fiança (Foto: FPD)

Marcone Oliveira e Silva, de 31 anos, trabalhou para a suposta vítima que o devia mais de US$ 1 mil e, então, postou o caso no Facebook

No domingo (4), um funcionário em Framingham (MA) ameaçou matar o ex-patrão, o atacou com uma faca e quebrou o vidro da janela do carro dele, informaram as autoridades. Os policiais prenderam Marcone Oliveira e Silva, de 31 anos, do lado de fora do apartamento dele, na Irving St., às 7:23 da noite, detalhou o promotor público Bayley Weese, na segunda-feira (5), durante a audiência preliminar na Corte Distrital de Framingham.

Silva teria trabalhado para a suposta vítima que o devia mais de US$ 1 mil, depois de demiti-lo há alguns meses, detalhou Weese. No domingo (4), Marcone postou uma mensagem “derrogatória” no Facebook sobre o antigo patrão.

“Silva disse que, se ele o pagasse uma determinada quantia, ele retiraria a postagem”, disse Weese.

O antigo patrão foi ao apartamento de Marcone para dar-lhe algum dinheiro. Os dois entraram em luta corporal depois que o ex-patrão entregou a Silva uma determinada quantia. Ele então se armou com um martelo e uma faca, ameaçando o antigo patrão.

“Ele disse à suposta vítima que pegaria aquele dinheiro, compraria uma pistola e a mataria”, relatou Weese.

Silva, então, pegou um pé de mesa solto de madeira que estava no lixo e perseguiu o antigo patrão até o carro dele. Ele amassou o para-choque do veículo e quebrou o vidro de uma janela. A suposta vítima sofreu um corte grande nas mãos durante o confronto físico e teve que receber 7 pontos, detalhou o promotor.

Quando a polícia questionou Silva, ele admitiu ter corrido atrás do ex-chefe com um pé de mesa e danificado o carro dele. Ele disse que a ameaça referente à arma na realidade foi gritada por alguém que presenciou a luta corporal, disse Weese.

Os agentes prenderam Silva e o acusou de agressão com o uso de arma perigosa (faca), ameaçar cometer um crime (homicídio) e dano malicioso de um veículo. Weese pediu ao Juiz Matthew McGrath para manter o réu detido sob a fiança de US$ 250, manter a distância e não ter contato com a suposta vítima.

A advogada de defesa de Silva, June Jensen, argumentou que o cliente dela cooperou com a polícia, admitindo ter corrido atrás do antigo patrão e golpeado o carro dele com um pé de mesa de madeira. Entretanto, acrescentou ela, o incidente fez parte de uma briga mútua iniciada pela suposta vítima.

McGrath liberou Silva sem a necessidade de pagamento de fiança. Ele também concedeu ao antigo patrão uma ordem que evita a perseguição, determinando que Silva mantenha distância do indivíduo. O brasileiro deverá retornar ao tribunal em 1 de outubro para a audiência preliminar.

 

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