Caixinha Pirata: Roubo de sinais de TV é crime federal nos EUA

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Jô Cavaignac alertou para as consequências do uso indevido de piratear imagens usando as  “caixinhas”: “É crime federal”

Jô Cavaignac, da Superstation Media, alertou os brasileiros sobre o uso das populares “caixinhas” 

Quem trabalha com conteúdo, seja audiovisual, sonoro, escrito ou educacional, sabe que a pirataria é um problema sério e que pode impactar gravemente os ganhos com o negócio. Principalmente com a popularização do acesso à internet e sua melhoria em termos de velocidade e entrega de conteúdo, esse tipo de atividade ganhou ainda mais força e recebeu também outro nome bastante adequado: pirataria digital.

Hoje, basta buscar pelo título de alguma obra que, entre os primeiros resultados, é possível encontrar sites que disponibilizam seu material para download ou reprodução gratuita. E não são apenas grandes produções que sofrem com esse tipo de problema: pequenos produtores de cursos, livros e outros conteúdos, se não tomam medidas pesadas de segurança, podem acabar tendo seus materiais comercializados sem autorização por preços absurdos em sites de livre negociação ou distribuído de forma ilegal pela internet.

Ultimamente, tem se tornado cada vez mais popular nas comunidades brasileiras nos EUA o uso de caixinhas codificadas que roubam sinais de TV a cabo. Além de ser crime federal, a prática impede que as empresas responsáveis pelos conteúdos não sejam pagas pelo serviço prestado. Em virtude disso, a equipe de reportagem do BV entrevistou, na sexta-feira (18), Joaquim (Jô) Cavaignac, Presidente CEO da Superstation Media, empresa representante da TV Globo nos EUA e Canadá e que deixa claro que não está falando em nome da Globo. Segundo ele, alguns clientes o telefonaram relatando que foram a estabelecimentos comerciais locais e não viram as propagandas deles serem veiculadas e, ao invés disso, os comerciais eram de empresas que anunciam no canal local no território brasileiro.

“Existe certo desconhecimento das leis, portanto, eu decidi essa campanha de orientação e conscientização. O uso dessas caixinhas indevidamente, pirateando imagens, é crime federal e passível de punições conforme as normas da lei. O cliente anuncia no canal internacional e as pessoas, que adquirem a caixa, assistem ao canal no Brasil”, disse Jô. “As emissoras que compraram os direitos nos EUA podem processar estes estabelecimentos que usam as caixinhas indevidamente mostrando eventos que normal, sem pagar os direitos autorais, para atrair clientes”, ou seja “tirando proveito comercial.

“Existe uma cadeia econômica e a integridade dela deve ser mantida protegendo empregos. Por isso, que essa (EUA) é a economia mais forte do mundo”, acrescentou. “As pessoas que mantém a pirataria estão comprometendo o sistema econômico no país”.

Há duas semanas, Jô e sua sócia e esposa Yara Cavaignac iniciaram a campanha nas redes sociais, especialmente no Facebook, programas de rádio e relata que já recebeu comentários positivos de alguns internautas e vários telefonemas de estabelecimentos comerciais  que desligaram a caixinha e que me apoiam nesta campanha. “Já podemos comemorar”, disse ele.

As pessoas que  compram as caixinhas e usam indevidamente, para piratear imagens e expo-las em público,correm o risco de serem flagradas  “pelos detentores dos direitos de transmissão, sofrerem pesadas multas  e até denuncia ao FBI.Mais de 130 canais internacionais contrataram a empresa IBCAP “The International Broadcaster Coalition Against Piracy”, entre eles a Globo, Record e Bandeirantes para proteger o conteúdo de vídeo de seus associados contra a violação de direitos autorais. Eles monitoram e rastream o sinal  bloqueando e  neutralizando a caixinha e isto feito podem jogar a caixinha no lixo. Tenha consciência do direito de propriedade intelectual e haja de forma honesta não adquirindo as caixinhas.Nós brasileiros, viemos para este país para ter uma vida melhor.Temos que dar exemplo e mostra que somos um povo ordeiro e que queremos  contribuir e se integrar a esta grande nação, agindo de forma correta.

“Os  imigrantes lutam e trabalham honestamente  para vencer nos EUA e não podem deixar uma coisa tão irrisória, como estas caixinhas, involuntariamente, macularem a imagem de todos nós  brasileiros “vencedores” incluindo eles mesmos. “Ninguém pode alegar ignorância da Lei”.”Todos os esforços das  emissoras na produção de conteúdo e distribuição tem um custo”, disse Jô. .

 

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