Companhias avaliam aumento do seguro de fumantes de maconha

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A apólice pode custar até 5 vezes mais cara para um fumante de maconha do que para um não fumante

Algumas empresas igualam os mesmos riscos para a saúde que o consumo de cigarros

O consumo de maconha, seja recreativo ou medicinal, está aumentando sensivelmente o valor da apólice de alguns seguros de vida, com certas companhias igualando os mesmos riscos para a saúde que os fumantes de cigarros. O custo de uma apólice de 20 anos, no valor de US$ 1 milhão, por exemplo, pode ser até 5 vezes mais cara para um fumante de maconha do que para um não fumante, conforme uma seguradora.

Ainda não existe padrão, uma vez que a legalização da maconha é reconhecida em somente 8 estados e no Distrito de Columbia. “Nós não nos envolvemos nisso; pois faz parte das operações individuais das companhias”, disse Jack Dolan do Conselho Americano de Seguros de Vida, referindo às regras adotadas pelas companhias.

Uma companhia de seguro tem muito a dizer sobre o consumo da maconha. Mark Maurer, presidente da LLIS, uma empresa independente em Tampa (FL), discursando numa conferência ocorrida na Associação Nacional dos Consultores Financeiros Profissionais, recomendou que os corretores perguntassem aos segurados sobre o consumo de maconha, colocando os fumantes da droga no mesmo patamar que os fumantes de cigarro. “Nesse momento, eu não conheço nenhuma companhia de seguro de vida que negaria um candidato porque ele fuma maconha”, disse Maurer.

Ele acrescentou ser importante a transparência do cliente, pois isso pode evitar uma apólice cara e evitar problemas se a companhia descobrir posteriormente o consumo de maconha pelo cliente através de arquivos médicos ou outros dados.

 

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