Governador diminui número de patrulheiros na fronteira na CA

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A ordem de Newsom exige que 110 patrulheiros da Guarda Nacional ajudem o estado a se preparar para a estação de incêndios espontâneos

Gavin Newsom considerou a “emergência na fronteira” uma “crise inventada” e que “a Califórnia não fará parte desse teatro político”

O governador da Califórnia, Gavin Newsom, irá retorar centenas de patrulheiros da fronteira do estado com o México. A decisão parece ser resposta da alegação do Presidente Donald Trump de que a região enfrenta uma crise emergencial provada por refugiados centro-americanos e imigrantes indocumentados.

Ele tomou a decisão, apesar do acordo feito pelo governador anterior e outros governadores de estados que fazem fronteira com o México, de enviar patrulheiros à divisa dos dois países a pedido da administração Trump. O antigo governador da Califórnia, Jerry Brown, inicialmente aprovou o acordo até o final de março, embora tenha frisado que os patrulheiros do estado “não se envolveriam no cumprimento das leis federais de imigração”.

O plano de Newsom exigirá que a Guarda Nacional comece imediatamente a retirar as tropas, mas o prazo irá até o final de março. Conforme o discurso dele, proferido na terça-feira (12), ele considerou a “emergência na fronteira” uma “crise inventada” e que “a Califórnia não fará parte desse teatro político”.

A ordem de Newsom exige que 110 patrulheiros da Guarda Nacional ajudem o estado a se preparar para a estação de incêndios espontâneos, enquanto outros 100 patrulheiros se dedicarão especificamente ao combate de crimes transnacionais, conforme trechos do discurso dele. O porta-voz dele acrescentou que será pedida verba federal para a força tarefa estadual do programa de combate às drogas.

A Califórnia tem repetidamente se posicionado como o símbolo da resistência das políticas da administração Trump. Newsom, que ocupa o cargo há apenas 1 mês, tem considerado o estado que lidera como um antídoto para o que ele tem considerado uma Washington-DC corrupta, uma mensagem que ele tende a citar durante o discurso na terça-feira (12).

 

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