ICE prende em Ohio indocumentado acusado de homicídio

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Santos Ceferino Amaya Cruz, de 35 anos, ficará sob a custódia do ICE, enquanto aguarda a deportação (Foto: ICE)

Santos Ceferino Amaya Cruz, de 35 anos, membro ativo da gangue MS-13, foi deportado antes 2 vezes dos EUA, mais recentemente em 2017

Na terça-feira (4), um membro da MS-13 acusado de filiação com a gangue de rua e homicídio com agravantes em El Salvador foi preso em Galloway (OH). A prisão foi efetuada por oficiais do Setor de Operações de Imigração & Remoção (ERO).

O foragido Santos Ceferino Amaya Cruz, de 35 anos, já havia sido deportado dos EUA em duas ocasiões anteriores, mais recentemente em 2017. Ele estava na lista de alerta vermelho da Interpol.

“Gangues transnacionais como o MS-13 são uma ameaça para as comunidades locais e no exterior, portanto, devem ser confrontadas com todo o poder da polícia”, disse Rebecca Adducci, diretora do ERO em Detroit. “Amaya Cruz agora enfrentará a justiça em seu país de origem pelos horrendos crimes dos quais ele é acusado”.

Santos foi acusado pelas autoridades salvadorenhas em 24 de janeiro de 2018 por terrorismo organizado (participação em gangues), homicídio com agravantes, perigo à segurança nacional e ordem pública. Ele permanecerá sob a custódia do Departamento de Imigração (ICE), enquanto aguarda a deportação.

Desde 1º de outubro de 2009, o ERO removeu mais de 3.700 fugitivos estrangeiros dos EUA que eram procurados em seus países de origem por crimes graves, incluindo sequestro, estupro e assassinato. No ano fiscal de 2019, o ICE deportou ou devolveu 267 mil estrangeiros. O ERO prendeu 143 mil estrangeiros, sendo que mais de 86% deles tinham condenações criminais ou acusações pendentes.

O ICE está focado na remoção das ameaças à segurança pública, como estrangeiros criminosos condenados e membros de gangues, assim como indivíduos que violaram as leis de imigração de nosso país, incluindo aqueles que entraram ilegalmente no país após serem deportados e fugitivos de imigração que receberam ordens de deportação emitidas por juízes federais, informou o órgão.

 

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