Indocumentado celebra condenação e diz que mataria mais policiais

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“Eu desejava ter matado mais desses filhos da p*ta”, esbravejou Bracamontes

Luís Enrique Monroy Bracamontes foi considerado culpado e poderá ser condenado à morte

Um imigrante indocumentado acusado de matar 2 policiais na Califórnia em 2014 comemorou a condenação e ameaçou “matar mais policiais brevemente”, quando era levado embora da sala de audiências por seguranças. Luís Enrique Monroy Bracamontes, de 37 anos, foi considerado culpado do tiroteio ocorrido em 24 de outubro de 2014, que resultou na morte dos policiais Danny Oliver, do Condado de Sacramento, e Michael Davis Jr., do Condado de Placer, na Califórnia. O réu agora enfrenta a pena de morte.

Bracamontes sorriu e disse: “Yay”, depois que o primeiro veredito foi lido. Posteriormente, quando era levado embora da sala de audiências, ele acrescentou: “Eu vou matar mais policiais brevemente”.

O réu teve outro ataque de fúria desde início do julgamento em 16 de janeiro. Ele interrompeu a audiência com xingamentos e chamando um dos policiais assassinados de “covarde”.

“Eu desejava ter matado mais desses filhos da p*ta”, esbravejou ele. “Eu fugirei logo e matarei mais, matarei qualquer um que aparecer na minha frente. Não há necessidade para a p*rra de julgamento”.

Os advogados de defesa argumentaram que Bracamontes era mentalmente insano e estava intoxicado com anfetaminas na ocasião do tiroteio e, portanto, não deveria ser submetido a julgamento. Entretanto, o juiz o considerou competente para ser julgado.

Os promotores públicos tentarão condenar o réu à pena de morte durante a fase de sentença do julgamento, que está agendada para iniciar em 5 de março.

Na audiência preliminar, o Juiz Steve White, da Corte Superior de Sacramento, ameaçou retirar Luís da sala de audiências. “Você não irá interromper esse julgamento, você não falará alto”, ordenou o magistrado.

Os advogados de defesa do réu, Jefferey Barbour e Norm Dawson, pediram ao Juiz para reavaliar se o cliente era mentalmente são para ser julgado, mas o pedido foi negado. Insistindo, ambos os advogados perguntaram a White se o réu poderia alegar inocência por motivo de insanidade, argumentando que o comportamento estranho poderia ser um indício de doença mental. O magistrado não acatou o pedido.

O réu foi considerado culpado e poderá ser sentenciado à pena de morte.

 

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