Indocumentado é acusado de matar namorada após fim da relação

Foto8 Bryan Cordero Castro  Indocumentado é acusado de matar namorada após fim da relação
Aparentemente, Bryan Cordero Castro, de 20 anos, não aceitou o fim do namoro com Madison Wells, de 16 anos

Bryan C. Castro enfrenta a pena mínima de 30 anos de prisão, caso seja condenado pela morte de Madison Wells a facadas, em Long Branch

A adolescente de 16 anos, morta à facadas em Long Branch, em setembro desse ano, foi atacada pelo namorado dela, de 20 anos, depois que ele enviou várias mensagens de texto para a vítima dizendo que queria vê-la, detalharam as autoridades. O motivo do assassinato e o relacionamento entre Bryan Cordero Castro e Madison Wells foram revelados pela Promotoria Pública do Condado de Monmouth nessa semana. O réu é acusado de homicídio, perseguição e porte ilegal de arma.

Anteriormente, as autoridades teriam informado somente que Castro e Wells “se conheciam”, entretanto, não detalharam a natureza do relacionamento. Embora eles tenham iniciado o namoro em novembro de 2017, os promotores públicos não informaram quando a vítima terminou o relacionamento. Ela foi esfaqueada fatalmente em 8 de setembro.

Castro telefonou e enviou mensagens de texto a Madison, estudante caloura no Long Branch High School, diversas vezes no período de 9 horas, antes que ela concordasse em conversar com ele do lado de fora de uma casa na Van Buren Place, disseram as autoridades, nessa semana. Bryan golpeou a adolescente aproximadamente às 10:40 da noite e, em menos de 45 minutos depois, ela foi considerada morta no Monmouth Medical Center. Aparentemente, ela cambaleou até à sala da casa, onde paramédicos e agentes de polícia encontraram a vítima, que tinha vários cortes no peito.

A polícia prendeu Castro cerca de 2 horas depois na casa de um primo na Morris Avenue, em Long Branch, informou o escritório dos promotores públicos. Ele está encarcerado e sem direito à fiança desde a detenção. O réu está agendado para comparecer à audiência preliminar em 7 de janeiro de 2019. Ele enfrenta a pena mínima de 30 anos de prisão, caso seja considerado culpado de homicídio.

Castro é natural da Guatemala e está em situação migratória irregular nos EUA, informou o escritório dos promotores públicos na ocasião da prisão dele.

 

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