Irmãos brasileiros são presos por falsificação na Carolina do Norte

Foto13 Henrique Teixeira Mendes Almeida e Gustavo Teixeira Almeida Irmãos brasileiros são presos por falsificação na Carolina do Norte
Os irmãos Gustavo Teixeira Almeida (esq.) e Henrique Teixeira Mendes Almeida (dir.) estão presos sob as fianças individuais de US$ 125 mil

Henrique Teixeira Mendes Almeida e Gustavo Teixeira Almeida foram detidos por agentes do Departamento de Polícia do Condado de New Hanover

Na terça-feira (18), os irmãos Henrique Teixeira Mendes Almeida, de 29 anos, e Gustavo Teixeira Almeida, de 34 anos, foram presos por agentes do Departamento de Polícia do Condado de New Hanover (NHPD), na Carolina do Norte. As autoridades não detalharam as circunstâncias das prisões, mas o escritório do xerife do Condado de New Hanover postou em seu website que os brasileiros foram detidos por “forgery of instrument”, que no caso pode envolver clonagem de cartões de crédito e bancário e falsificação de assinatura em cheques e “obtain false pretense” que pode significar roubo de identidade.

A audiência preliminar de Henrique ocorreu na sexta-feira (21) e a de Gustavo está agendada para ocorrer na quinta-feira (27). As fianças dos réus foram estabelecidas em US$ 125 mil, separadamente.

Henrique e Gustavo não foram os únicos brasileiros a se envolverem em falsificações nos EUA, em junho desse ano, Helisson Benazi de Souza, de 38 anos, foi sentenciado num tribunal federal em Boston (MA) em decorrência do uso de cartões clonados para saque em diversos caixas eletrônicos (ATM) na área de Boston e North Shore. O réu ouviu a condenação lida pelo juiz da Corte Distrital, William G. Young, e foi sentenciado a 3 anos de prisão, 3 anos de liberdade condicional e pagamento do ressarcimento no valor de US$ 105.880 em restituição. Além disso, Souza entrará em processo de deportação após o cumprimento da pena. As informações são da Promotoria Pública de Massachusetts.

Em março de 2018, Helisson se declarou culpado da acusação de uso de dispositivos falsos (cartões de débito); posse ilegal de 15 ou mais dispositivos falsificados (cartões de débito); posse de equipamento para fabricação de dispositivos (máquina de clonar cartões); transações ilegais com um dispositivo clonado (cartões de débito de outras pessoas); e roubo de identidade com agravantes. Ele fazia parte de um esquema de clonagem no qual roubava as informações do cartão de débito e as senhas (PINs) dos titulares de contas bancárias legítimas quando usavam seus cartões de débito nos caixas eletrônicos.

Na ocasião, o Promotor Publico Federal Andrew E. Lelling; Stephen A. Marks, agente especial encarregado do Serviço Secreto dos EUA na jurisdição de Boston e o chefe de polícia de Lynn, Michael A. Mageary, anunciaram o veredito. A Promotora Pública Christine Wichers, da Unidade de Combate a Crimes Graves, foi responsável pelo caso.

 

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