Dono de “cães de briga” pega 2 anos de prisão em NJ

Foto7 Crueldade animal Dono de “cães de briga” pega 2 anos de prisão em NJ
A briga de cães é proibida por lei no estado de New Jersey

Mário Atkins foi um dos 9 réus envolvidos no esquema e o 5º a ser condenado à prisão

Os investigadores encontraram sangue de cães espalhados pelas paredes do porão e equipamentos usados nas brigas dos animais e uma esteira rolante adaptada para que eles treinassem. Os 18 animais confiscados na residência de Mário Atkinson em Asbury Park, em junho de 2016, tinham cicatrizes de que foram envolvidos na briga ilegal de cães.

As autoridades acusaram que Mário, de 42 anos, fazia parte de uma “rinha de cães” que abrangia diversos estados. Ele foi um dos 9 réus envolvidos no esquema e, na quarta-feira (18), o 5º a ser condenado à prisão. O réu, que já havia sido multado 10 vezes por crueldade contra animais num caso separado, terá que cumprir 2 anos de detenção.

“A crueldade contra os animais, assim como a conduta nesse caso, não tem lugar numa sociedade civilizada”, disse o promotor público auxiliar, Jeffrey Wood. “A sentença de quarta-feira envia a mensagem forte de que estamos levando a justiça àqueles que se envolverem em brigas de cães ilegais e que qualquer pessoa que faça parte dessa conduta corre o risco de cumprir um tempo significativo de detenção”.

Durante uma briga de cães ocorrida na Virgínia em 2016, um dos cães de Mário ficou tão ferido que morreu durante a viagem de volta para casa, informaram as autoridades. Ele jogou a carcaça do animal no lixo. A primeira condenação de Atkinson por crueldade contra os animais ocorreu 2 anos antes em Neptune Township. Como parte da sentença, ele foi proibido de possuir mais animais de estimação.

Quatro outros membros do esquema já foram condenados e sentenciados. Os quatro restantes irão a julgamento a partir de 2 de outubro. A “rinha de cães” começou em outubro de 2015, detalharam as autoridades. Ao todo, 66 cães foram resgatados e aparelhos utilizados nas brigas foram confiscados em casas em New Jersey, Illinois, Indiana, Novo México e Washington-DC.

Mário assumiu a culpa em junho de 2017 com relação à acusação de patrocinar e exibir um animal numa briga de cães  e uma acusação de posse ilegal de um cão com o objetivo de usá-lo numa briga.

 

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