Marianne Ebert recebe apoio dos amigos em sua luta contra o câncer

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O destino de Marianne mudou quando, em meados dos anos 90, ela fez uma viagem de férias à Nova York e muitas ofertas de emprego começaram a surgir (Foto: GoFundMe)

A artista carioca foi diagnosticada com câncer de mama em estágio avançado

Atriz, dançarina, compositora e cantora, Marianne Ebert, natural do Rio de Janeiro, mudou-se para New York City em meados da década de 90, até que em março de 2014, ela foi diagnosticada com uma forma agressiva de câncer de mama. A doença foi descoberta durante um tratamento hormonal para gravidez. A artista já atuou em diversas produções, como o programa “Você Decide” (1993) e, já em Nova York, “War of the Worlds”, “City Island” e  “Vestido para Casar”, entre outros.

Marianne adotou Nova York como sua cidade natal. Enquanto ainda morava no Brasil, ela apareceu em inúmeras obras na Rede Globo de Televisão, e logo se tornou uma estrela muito jovem. Ela apareceu em vários musicais e excursionou atuando em vários sucessos. Em 1992, recebeu um prêmio SATED de melhor atuação, o equivalente ao Tony Award nos EUA, por seu papel em “A Pequena Sereia”.

O destino de Marianne mudou quando, em meados dos anos 90, ela fez uma viagem de férias à Nova York e muitas ofertas de emprego começaram a aparecer imediatamente. “Eu vim para Manhattan (NY) para visitar um bom amigo e fazer algumas aulas de dança e tudo aconteceu. Antes que eu percebesse, eu tinha três shows de atuação”, lembrou Marianne.

Logo, Ebert recebeu uma oferta de papel principal na comédia off Broadway “Ela”, dirigida por Robert Liethar (La Mamma Theatre) ‘, protagonizou a comédia “Astoria, EUA”, e permaneceu como apresentadora âncora de um programa de TV a cabo “Brazil Update Weekly”; com tudo isso acontecendo, ela decidiu que ficaria em Nova York e continuaria a desenvolver sua carreira artística.

Em 1999, Marianne começou a realizar os eventos brasileiros em Nova York, incluindo o Brazilian Day in Nova York, que atrai milhares de pessoas todos os anos. Então, em 2000, e como cantora profissional, Marianne gravou O “Tema do Milênio” para a Festa de Ano Novo da Times Square. Sem parar, a artista achou que era hora de avançar sua carreira musical como compositora e gravar um álbum, então, surgiu o “Swimming to the Moon” (2001), produzido pelos lendários Eumir Deodato, Misha Piatigorsky e o vencedor do Grammy, Itaal Shur. O resultado foi uma mistura colorida e pulsante de ritmos brasileiros e embalos pop. No mesmo ano, ela viajou pela Austrália e apresentou seu álbum.

De volta ao teatro e aos musicais, em 2002, Marianne apareceu em “Coisas do Samba” em um papel principal, que recebeu ótimas críticas do jornal Washington Post e a prestigiada indicação ao Helen Hayes Award. Ela então estrelou “Rio”, um musical dirigido por Tom O´Horgan, conhecido por dirigir “Hair” e “Jesus Christ Super Star”. Além disso, como atriz, Marianne apareceu nos filmes “Guerra dos Mundos”, “Lei e Ordem” e, mais recentemente, em “City Island” (2008), um filme de Andy Garcia.

A artista remixou o single “Homem Brasileiro” com Dan Ghosh-Roy (EMI USA) lançado no Brasil, em 2010. Ela abriu a banda excêntrica Gogol Bordello, em 27 de dezembro de 2009 no Webster Hall e foi a cantora do maior carnaval brasileiro dos EUA no Palmer Event Center em Austin (TX), com a presença de mais de 6 mil pessoas. Marianne teve sua estreia no Carnegie Hall patrocinada pelo Consulado do Brasil.

. Campanha beneficente:

Em agosto de 2019, foi iniciada no website GoFundMe.com a campanha beneficente: https://www.gofundme.com/f/marianne-ebert-fight-for-life; cujo objetivo é angariar US$ 50 mil para ajudar nas despesas hospitalares de Marianne Ebert. Até à tarde de segunda-feira (10), haviam sido arrecadados US$ 12.689.

 

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