Membro de caravana na fronteira dá à luz no lado dos EUA

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Inúmeras mulheres grávidas viajaram com a caravana através do México antes de chegarem à fronteira com os EUA

A mulher, que estava grávida de 8 meses, foi levada ao hospital local depois de reclamar de dores abdominais

Uma mulher hondurenha, integrante da caravana formada por centro-americanos que tentam pedir asilo aos EUA, deu à luz no país logo depois de ter cruzado clandestinamente a fronteira. Os agentes da Patrulha da Fronteira (BP) prenderam a mulher em 26 de novembro, depois que ela entrou ilegalmente no país nas proximidades de Imperial Beach (CA), que faz divisa com Tijuana, México, informou o Departamento de Alfândega & Proteção das Fronteiras (CBP).

Ela foi detida com o marido de 20 anos de idade e outro filho de 2 anos. A mulher, que estava grávida de 8 meses, foi levada ao hospital local depois de reclamar de dores abdominais, no dia seguinte à prisão. A família foi liberada no domingo (2), enquanto aguarda o andamento do caso migratório. O canal de TV Univision informou que eles solicitaram asilo e esperam se reunir com outros parentes em Columbus, Ohio, enquanto esperam o andamento do processo.

Os agentes no posto de entrada em San Diego (CA) estão processando até 100 pedidos de asilo diariamente, fazendo com que milhares de imigrantes esperem do outro lado da fronteira, em Tijuana. Alguns deles cruzam clandestinamente a divisa entre os EUA e México para evitar a espera.

Em outubro, o Presidente Donald Trump disse que terminaria o direito constitucional que concede a cidadania automática às todas as pessoas que nascem no solo dos EUA, assinando um decreto de lei. A maioria dos especialistas de direita e esquerda compartilha a visão de que seria necessário uma emenda constitucional para negar a cidadania automática às crianças nascidas nos EUA de pais indocumentados.

Entre os mais de 6.100 imigrantes que estão temporariamente no abrigo montado em Tijuana , semana passada, 3.936 eram homens, 1.147 mulheres e 1.068 crianças. Inúmeras mulheres grávidas viajaram com a caravana através do México antes de chegarem à fronteira com os EUA. Em outubro uma guatemalteca deu à luz ao primeiro bebê na caravana num hospital em Juchitan, México.

 

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