Membro de milícia preso no Brasil foi expulso dos EUA

Foto6 Diego Caldeira de Andrada Chaar Membro de milícia preso no Brasil foi expulso dos EUA
Em março de 2015, Diego Caldeira de Andrada Chaar foi preso em Miami Beach (FL), após ameaçar os membros da Sinagoga Ohev Shalom

Diego Caldeira de Andrada Chaar viveu no país durante 15 anos antes de ter sido  deportado  

Na quinta-feira (2), durante a realização da “Operação Freedom”, realizada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, um dos alvos era Diego Caldeira de Andrada Chaar, também conhecido como “Alcaida. Ele era responsável por extorquir comerciantes nos bairros da cidade de Itaguaí, na região metropolitana do Rio, e é membro da milícia liderada pelo ex-policial militar Carlos Eduardo Benevides Gomes.

. Incidente envolvendo sinagoga:  

Em março de 2015, Diego foi preso em Miami Beach (FL) depois de ameaçar os membros da Sinagoga Ohev Shalom (Amar a paz, em hebraico). Conforme testemunhas, o brasileiro teria gritado “cabeças seriam cortadas” e a polícia foi acionada. Ele foi autuado na delegacia local, entretanto, voltou a rondar a congregação e desta vez começou a gritar “Allahu akbar”, significando “Deus é grande” em árabe.

“Este não é um crime de ódio. Isso não tem nada a ver com eles serem judeus. Eu só quero ajudá-los a encontrar paz dentro de si mesmos”, disse Chaar, detalhando na época que tinha se convertido há 3 anos ao islamismo na prisão, depois de cumprir pena por crime relacionado à drogas.

“Eu era cristão antes até me converter. Estou tentando converter essas pessoas, mas elas parecem assustadas. Elas querem ter medo. Elas querem chamar a polícia”, se defendeu. “Não há provas de que eu tenha dito que cortaria a cabeça deles”, falou. A alegação para gritar “Deus é Grande”, segundo ele contou ao canal de TV Local 10 News, era que “não queria que eles queimassem no inferno eterno para sempre”.

A mãe de Diego mora nos EUA e ele viveu no país durante 15 anos, antes de ter sido  expulso. Em maio desse ano, ele foi preso na rodovia Rio-Santos por agentes da polícia Federal (PRF) em flagrante por receptação e porte ilegal de arma.

 

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