Passageira processa TSA por revista “humilhante”

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Rhonda Mengert acionou judicialmente o TSA e dois seguranças no aeroporto em Oklahoma

Rhonda Mengert alega ter tido que despir-se parcialmente na frente de dois seguranças no aeroporto em Oklahoma

Uma avó em Las Vegas, Nevada, que retornou de uma viagem a Oklahoma está processando judicialmente a Administração de Segurança nos Transportes (TSA) por ter feito com que ela se despisse, embora fosse pré-certificada e notificado à segurança sobre o implante de quadril dela. Rhonda Mengert, cuja idade não foi revelada, apresentou a ação na quarta-feira (5) contra a TSA e 2 seguranças por uma revista que ela considerou ilegal, humilhante e quase traumática.

No processo, ela relata passado pela máquina de raios-X, ter o corpo apalpado e ser revistada seminua, tendo que retirar a calcinha, o que fez com que ela expusesse as partes íntimas, para que os agentes da TSA pudessem verificar o produto de higiene feminina que ela estava usando.

“Ele me disseram que eu precisava baixar as minhas calças e calcinha até os joelhos, remover o item e mostrar a eles para inspeção”, relatou Mengert ao canal KTNV-TV. “Isso foi horrível. Isso foi terrível. Isso foi degradante”.

O TSA evitou comentar o caso. “O TSA não tira as roupas das pessoas revistadas e está comprometido com a segurança dos passageiros, ao mesmo tempo em que trata os passageiros de todas as idades com dignidade e respeito”, disse através de comunicado.

O processo judicial de Mengert alega justamente o contrário. Tudo começou quando ela viajou de casa até Oklahoma em 12 de maio o Dia das Mães com a família dela. Ela portava um passe TSA PreCheck, indicando que ela havia passado por uma revista de bons antecedentes, com a redução das exigências de revista. Mengert passou pelo detector de metais e o implante de quadril dela ativou o alarme. Os seguranças a informaram que ela deveria passar pela máquina de raios-X, o que ela fez. Então, ela foi informada que precisava ter o corpo apalpado. A revista tornou-se ainda mais ultrajante, relatou ela, que se irritou cada vez mais. Entretanto, os seguranças continuaram com as revistas, mesmo que a verificação  preliminar do TSA não exigisse ações posteriores.

 

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