Suspeitos de aplicar o golpe “Sonho Americano” são presos no Brasil

Foto17 Golpista Suspeitos de aplicar o golpe “Sonho Americano” são presos no Brasil
O suspeito prometia às vítimas, residentes no Vale do Rio Doce, vistos legais de trabalho nos Estados Unidos
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A mulher prometeu a seis vítimas vistos falsos de trabalho nos EUA e desapareceu quando recebeu o pagamento

Um dos suspeitos estava em liberdade condicional e foi detido após ser acusado de aplicar novamente o golpe

Na quinta-feira (25), agentes da Polícia Civil prendeu em Governador Valadares (MG) um indivíduo de 29 anos de idade, cujo nome não foi divulgado, por suspeita de estelionato. Em julho do ano passado, o suspeito já havia sido preso pelo mesmo motivo. Conforme as investigações, ele prometia às vítimas, moradoras no Vale do Rio Doce, conseguir de forma fácil o visto de trabalho para os Estados Unidos. As informações são do Mantena News.com.

O suspeito estava em liberdade condicional e, segundo a Delegada Juliana Fiúza, ele foi detido novamente depois de ter sido acusado de aplicar o golpe em outras vítimas. O golpe também teria lesado uma família moradora no município de Caratinga (MG). Em decorrência disso, Fiúza pediu a prisão dele por violação da liberdade condicional.

Ano passado, aproximadamente 10 pessoas teriam sido lesadas no golpe. As investigações revelaram que o suspeito prometia vistos de trabalho às vítimas alegando que tinha um empreendimento nos Estados Unidos. Ele cobrava quantias altas, as vezes, até US$ 30 mil, chegando a ter recebido carros e um imóvel como forma de pagamento. A Polícia Civil conseguiu recuperar 2 veículos e o imóvel.

. Outra acusada detida:

Em setembro do ano passado, uma mulher, cujo nome também não foi divulgado, acusada de aplicar o golpe “Sonho Americano”, foi presa na cidade de Governador Valadares (MG). Ela teria prometido às vítimas vistos falsos para os EUA. No total, 6 pessoas pagaram R$ 10 mil por vistos que não foram recebidos.

Conforme a Polícia Civil de Minas Gerais, ela teria recebido mandado de prisão desde julho de 2017, mas foi presa somente em setembro, depois que passou uma nota falsa a um moto taxista. As autoridades informaram que ela alegava tinha conhecidos nos EUA que possuíam uma empresa, portanto, tinha facilidade em conseguir vistos de trabalho no país. Uma vez que recebia o dinheiro, desaparecia.

“A suspeita sempre utilizava dos mesmos meios para atrair e conseguir a credibilidade das vítimas, dizendo que era cidadã norte-americana e que o marido dela também era natural dos EUA. Segundo ocorrências registradas contra a investigada, às vezes, ela dizia que o marido era do FBI, outras que possuía empresa naquele país, o que supostamente tornava fácil para a suspeita conseguir o visto junto ao consulado norte-americano. Contudo, após as vítimas lhe pagarem certa quantia, a suspeita não mais era localizada, uma vez que mudava de endereço logo que conseguia o que pretendia junto às vítimas”, explicou a Polícia Civil de Minas Gerais através de nota.

Ainda segundo a polícia, a acusada possui ficha criminal extensa por estelionato, falsidade ideológica e falsificação de documentos. Ela não confessou o crime, mas, caso seja considerada culpada, poderá ser condenada a até 30 anos de detenção; sendo 5 anos por cada vítima lesada.

 

 

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