Thammy viaja aos EUA para inseminação artificial da esposa

Foto17 Andressa Ferreira e Thamy Miranda Thammy viaja aos EUA para inseminação artificial da esposa
O casal Thammy Miranda e Andressa Ferreira viajou à Miami (FL) para o processo de inseminação artificial

O transexual, filho da cantora Gretchen, relatou que “só volta pai” ao Brasil, em sua conta no Instagram

Na noite de segunda-feira (15), Thammy Miranda viajou com a esposa, Andressa Ferreira, rumo à Miami (FL) para a cônjuge seja submetida a inseminação artificial. Na postagem no Instagram, ele disse que estava deixando o Brasil na condição de “filho”, mas que retornaria ao país como “pai”.

“Me segura Miami”, diz a postagem no Instagram.

“Vai com Deus, meu filho”, respondeu a cantora Gretchen à postagem.

Os hormônios para que Andressa ovulasse mais teriam sido comprados no Brasil e custaram aproximadamente R$ 10 mil (US$ 2.540). Já a compra do sêmen sairia a R$ 100 mil (US$ 25.406). Além disso, os novos pais terão de arcar com os outros custos envolvidos no processo de inseminação. Depois da viagem, o casal avisou aos fãs que os seguem nas redes sociais que a inseminação artificial só ocorreria depois do mês de abril. Thammy e Andressa compraram o sêmen em um banco especializado nos EUA e a expectativa para o nascimento do bebê é que ocorra no final de 2019, também nos EUA.

Tammy e Andressa não são as únicas celebridades que recorreram aos EUA para engravidar. A apresentadora Karina Bacchi é uma que apostou na “produção independente”, engravidou e deu a luz a um menino nos EUA. Em decorrência do “Juris Solis” (Lei do solo, em latim) vigente no país, o bebê nasceu automaticamente americano. O mesmo acontecerá com o filho de Thammy e Vanessa.

. Polêmica:

A atriz, apresentadora e musa fitness Karina Bacchi, de 42 anos, provocou furor nas redes sociais quando anunciou em 2017 que viajaria para os EUA para ter o primeiro filho, Enrico, uma produção independente. O bebê nasceu no Hospital Miami Medical Center, Flórida, de parto natural e conduzido pelo obstetra colombiano Ernesto Cardenas.

“Eu tenho cidadania italiana e sei o quanto é positivo. Quero que meu filho tenha múltipla cidadania. Tudo está sendo feito dentro da legalidade e escolhi Miami, pois aqui tenho todo o suporte médico, além de familiares e amigos. Me sinto amparada e tranquila”, comentou ela na ocasião. Os pais de Karina acompanharam o nascimento do neto. “Amo ser brasileira e ele também será. É apenas mais uma opção”, acrescentou.

A musa fitness detalhou que gastou cerca de US$ 9.300 na parte médica e hospitalar, em que estão inclusos serviços de pediatria, obstetra, hospital e a documentação. Ela também teve despesa de cerca de US$ 15 mil para aluguel, passagens, transporte e itens do cotidiano.

. Trump quer acabar com a cidadania automática:

Há cerca de uma semana das eleições intermediárias nos EUA, o Presidente Donald Trump declarou que quer assinar um decreto de lei que cancele o direito constitucional à cidadania dos bebês nascidos no país cujos pais não sejam cidadãos, natos ou naturalizados. O chefe da nação fez o comentário no programa “Axios” do canal HBO.

Perguntado sobre a legalidade de tal ordem executiva, Trump respondeu que, “eles dizem que eu posso fazê-lo apenas com um decreto de lei. Nós somos o único país do mundo, no qual uma pessoa vem, tem um bebê e esse bebê é essencialmente um cidadão dos Estados Unidos”, embora um estudo realizado pelo Centro de Estudos Migratórios (CIS) tenha revelado que pelo menos 30 países no planeta obedeçam o direito à cidadania automática por nascimento. Contradizendo a afirmação de Trump, todos os países do continente americano, sem exceção, seguem o “Juris Solis” (Direito do solo, em latim).

Na terça-feira (30), o presidente da Câmara dos Deputados, Paul Ryan, jogou água fria no plano do Presidente Donald Trump de acabar unilateralmente com o direito constitucional de cidadania para bebês nascidos nos Estados Unidos, cujos pais não são cidadãos americanos. O termo é conhecido juridicamente como “Jus Solis” (Direito do solo).

“Você não pode acabar com a cidadania automática com uma ordem executiva”, disse o republicano de Wisconsin durante uma entrevista com a estação de rádio WVLK, em Lexington, Kentucky. “Bem, você obviamente não pode fazer isso. Você sabe, como conservador, eu acredito em seguir o texto claro da Constituição e acho que, neste caso, a 14ª Emenda é bastante clara e isso envolveria um processo constitucional muito, muito longo”, acrescentou.

 

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