Trump é processado por ex-motorista particular

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Um porta-voz da Trump Organization disse que Noel Cintron foi pago “generosamente” e conforme a lei

Noel Cintron pede US$ 178.200 em horas extras não pagas, além de US$ 5 mil de multas trabalhistas

O antigo chofer do Presidente Donald Trump está acionando judicialmente a Organização Trump, alegando que foi lesado ao não receber horas extras, teve o seguro de saúde cancelado e não recebeu aumento de salário por mais de 10 anos. “Numa mostra constante de privilégio sem restrições e o senso mínimo de nobreza, o Presidente Donald Trump explorou e negou aumentos significativos ao seu antigo motorista particular”, disse Noel Cintron na Corte Suprema de Manhattan (NY).

Noel, de 59 anos e morador em Queens (NY), foi o motorista particular de Trump durante mais de 20 anos até que os agentes do Serviço Secreto ocupassem a função. “Durante esse período, ele foi forçado a trabalhar milhares de horas extras sem receber horas extras”, alega o processo.

Trump não aumentou o salário de Cintron durante mais de 12 anos e até cancelou o seguro de saúde dele avaliado em US$ 18 mil anuais, segundo documentos no tribunal. O ex-motorista recebeu um aumento de US$ 10 mil em 2010 que aumentou o salário dele para US$ 75 mil anuais, entretanto, erle não levou isso em consideração, uma vez que nesse mesmo ano Trump cancelou o seguro de saúde dele.

Noel trabalhou entre 50 a 55 horas por semana, começando às 7 horas da manhã até “qualquer hora Donald Trump, a família dele ou associados em negócios não precisassem mais dos serviços do motorista”.

Tecnicamente, ele ainda trabalha para Trump como membro da equipe de segurança. O processo pede US$ 178.200 em horas extras não pagas, além de US$ 5 mil de multas conforme determinam as leis trabalhistas estaduais.

 

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