Union-NJ: Outdoor polêmico chamando Trump de “idiota” em é removido

Foto5 Donald Trump Union NJ: Outdoor polêmico chamando Trump de  “idiota” em é removido
A propaganda sobre um documentário que será brevemente lançado gerou polêmica

A propaganda foi removida pela companhia proprietária do espaço, em Union Township

O outdoor referindo-se ao Presidente Donald Trump como “Nosso líder. O idiota” foi removido depois de causar controvérsia em New Jersey. Um porta-voz de Union Township, na região metropolitana de Nova York, informou na sexta-feira (31) que o outdoor foi removido pela companhia proprietária do espaço.

Um ativista comunitário de Nova York disse à mídia que havia pagado pela propaganda para promover um documentário que será brevemente lançado. A OutFront Media, a empresa proprietária do outdoor, evitou comentar o assunto.

A propaganda, que foi posta na Morris Avenue, foi publicada um dia depois que o antigo advogado de Trump, Michael Cohen, assumiu a culpa com relação às acusações de fraude e violações de campanha eleitoral, além de implicar o Presidente em delito.

A porta-voz Natalie Pineiro informou nessa semana que o outdoor é de propriedade privada, portanto, a Prefeitura não teve a ver com a remoção da propaganda. Ela acrescentou que a Prefeitura recebeu dezenas de mensagens de voz e comentários no Facebook foram na maioria negativos com relação à propaganda.

No início da semana, o Presidente também gerou polêmica quando se reuniu com líderes religiosos evangélicos. Durante um encontro a portas fechadas, Trump alertou líderes evangélicos que haveria “violência”, caso os republicanos percam a maioria na Câmara dos Deputados nas eleições intermediárias em novembro. “Vocês está à apenas uma eleição para perderem tudo que conseguiram”, disse ele ao grupo, segundo o canal de TV CBS News, comparando os oponentes democratas a protestadores antifascistas e violentos.

“Eles reverterão tudo que nós fizemos e farão isso rápido e violentamente, e violentamente. Há violência. Quando você olha para a extrema esquerda (Antifa) e alguns desses grupos; são pessoas violentas”, acrescentou Trump no encontro de segunda-feira (27).

“O nível de ódio, o nível de raiva é inacreditável. Parte disso é porque algumas das coisas que eu fiz para vocês, para mim e minha família, mas eu as fiz”, continuou. “Esta eleição de 6 de novembro representa bastante um referendo não somente para mim, trata-se de um referendo em sua religião, um referendo da liberdade de expressão e a Primeira Emenda Constitucional”.

Os comentários feitos por Trump foram similares ao do advogado dele, Rudy Giuliani, que previu que os americanos organizariam uma “revolta”, caso Trump recebesse o impeachment.

Além disso, Trump repetiu a alegação falsa de que ele “livrou-se” da lei que proíbe igrejas e ONGs a apoiarem candidatos políticos. “Agora, uma das coisas que eu tenho mais orgulho foi ter me livrado da Emenda Johnson”, disse o Presidente. “Isso era um desastre para vocês”.

Entretanto, tal lei continua em efeito depois que o Congresso atual falhou em cancelá-la em 2017. Trump assinou um decreto de lei, em maio de 2017, o qual ele alegou diminuiu o poder da Emenda Johnson, entretanto, tal decreto não tem poder algum, divulgou o CBS News.

Posteriormente, o Presidente repetiu a alegação também falsa de que os americanos mais uma vez estão permitidos a dizer “Feliz Natal”, graças a ele. “Uma coisa pequena, feliz Natal. Você não podia dizer feliz Natal”, comentou.

“Eu estou dizendo a vocês, quando eu comecei a concorrer, costumava falar sobre isso e detesto ter que mencionar isso em agosto, mas eu costumava falar sobre isso. Eles não falam mais feliz Natal”, disse ele, para os aplausos da plateia. “Agora, eles dizem muito feliz Natal. Tudo mudou. Tudo mudou”.

 

 

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