Polícia desbarata esquema de visto americano com documentos falsos em GV

Foto15 Consulado dos EUA no RJ  Polícia desbarata esquema de visto americano com documentos falsos em GV
O valadarense Merques Rosemberg de Carvalho, de 29 anos, foi preso do lado de fora do Consulado dos EUA no Rio de Janeiro (detalhe)

José Carlos de Sousa, de 32 anos, Francisco Dione Gonçalo, de 24 anos, e Diego Bartolomeu Assis, de 22 anos, são naturais de Governador Valadares (MG)

Na quinta-feira (6), agentes da Polícia Civil prenderam 3 indivíduos no Consulado dos EUA, no centro da cidade do Rio de Janeiro, quando tentavam obter o visto apresentando documentos falsos. Durante a ação, o homem que forjou os documentos também foi detido no local.

Os seguranças do Consulado desconfiaram da documentação apresentada por 3 indivíduos naturais de Governador Valadares (MG) e, então, acionaram policiais lotados na 5ª Delegacia de Polícia (DP). Foram detidos José Carlos de Sousa, de 32 anos, Francisco Dione Gonçalo, de 24 anos, e Diego Bartolomeu Assis, de 22 anos. Eles confessaram que pagaram a quantia de R$ 13 mil (US$ 3.367), por pessoa, a Merques Rosemberg de Carvalho, de 29 anos, para providenciar a papelada falsa.

Carvalho aguardava os três indivíduos do lado de fora do prédio do Consulado, onde foi detido. O comparsa Bruno Torres Ramos conseguiu fugir da polícia. Os dois também são naturais de Governador Valadares.

Os agentes apreenderam declarações do imposto de renda, contracheques e outros documentos adulterados para dar a impressão de renda mais alta que a verdadeira e vínculos fortes com o Brasil.

Os comparsas transportaram de carro Diego, Francisco e José ao Consulado dos EUA na capital fluminense, cuja jurisdição abrange o estado de Minas Gerais. Os três detidos serão acusado de uso de documentação falsa e Bruno e Merques responderão por falsificação de documentos.

Os brasileiros que planejam visitar os EUA devem preencher um formulário extenso, além de ser submetido à entrevista. Entre os requisitos estão a comprovação de que o candidato pode comprar passagens de ida e volta, local de destino e a intenção de voltar ao Brasil; uma condição que as autoridades dos EUA consideram “vínculos com o país de origem”. Durante a entrevista, o candidato deve levar a documentação que comprovem tais condições.

 

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