Sovaco da Cobra – 13 de janeiro de 2009

Desempregado

Numa entrevista de emprego, após as perguntas básicas, o psicólogo pergunta para o candidato ao emprego.

– O que o senhor fazia antes de se casar?

– Ah! Naquela época eu fazia tudo o que queria!

A empregada

Aquele casal tinha conseguido arranjar uma empregada que era uma maravilha. Até que um dia eles chegam em casa e a encontram de mala na mão.

– Vou-me embora – anuncia ela.

Aí eles protestam e ela confessa que está grávida, duas horas depois eles resolvem adotar a criança.

E se passa um bom tempo e a empregada continua eficiente. Numa outra ocasião, eles estão chegando em casa e se deparam com a mesma cena, Maria com a mala na mão.

– Vou-me embora, engravidei de novo!

– Tudo bem, Maria! Fica que a gente adota esse também.

E o tempo passa, e a cena se repete pela terceira, quarta e quinta vez. Até que um dia…

– Vou-me embora! – diz Maria, com a mala na mão.

– Não! Desta vez chega! Seis crianças já é demais!

– Não, Madame! Eu não estou grávida não!

– Então, por que é que você está querendo ir embora desta vez?

– Eu gostava muito de trabalhar para a senhora, sabe! Mas agora, esse emprego está ficando cada dia pior… eu detesto trabalhar em casa com crianças!

Máquinha digital do mineiro

Um mineiro que morava no Rio de Janeiro comprou uma câmera digital.

Em uma viagem de visita a seus pais, ele levou a câmera digital para a “roça”.

Chegando lá, mostrou a novidade para todos. Nunca ninguém tinha visto algo igual.

Para mostrar como o trem funcionava, o mineirinho resolveu tirar um retrato da família reunida.

Pediu que todos ficassem bem juntinhos perto de uma cerca de arame farpado, debaixo de uma mangueira.

Então, ele se afastou da turma, escolheu um lugar para deixar a câmera, programou o temporizador, clicou e correu para junto de todos com a intenção de também sair na foto… Foi um “Deus-nos-acuda”.

Todos saíram correndo também, atravessaram a cerca de arame farpado de qualquer jeito, rasgando as roupas e machucando-se.

Depois do desastre, o mineirinho pergunta:

– Uai, gente! Qué qui deu n’ocês pra deisimbestá dessi jeito, sô?

E sua tia, com as duas orelhas cortadas e a roupa toda rasgada, responde:

– Se ocê, qui cunhece esse trem, teve que CORRER, imagina nós qui num cunhece ! ! !

Cê besta ! ! !

Um Dia Difícil

O sujeito estava no fundo do bar, triste e arrasado, com seu copo de bebida, quando entra um cara revoltado, quebrando tudo, gritando com todo mundo. O cara chega até a sua mesa, arranca o copo de sua mão, bebe a metade e ainda joga o resto na sua cara:

– Fala alguma coisa, cachorro! Fala logo antes que eu te arrebente!

O sujeito responde, triste:

– Hoje é meu dia de azar, mesmo. Logo de manhã eu perdi a hora porque acabou a energia e tive que descer 20 andares de escada. Eu fui sair da garagem, o pneu estava furado. Perdi meia hora pra trocar o pneu, saí com muita pressa e acabei batendo o carro. Cheguei muito atrasado no trabalho, discuti com meu chefe e fui mandado embora. Por causa disso, cheguei bem mais cedo em casa e peguei minha mulher na cama com o amante. Aí eu já perdi logo a paciência, fui bater no cara e acabei apanhando feio, fiquei coberto de sangue. Fui tomar um banho e levei um puta choque. E pra acabar de vez com o meu dia, eu tô aqui, na minha, me preparando pra me suicidar, me chega um idiota feito você e ainda toma todo o meu copo de veneno! Assim não dá!!

Paulista x Carioca

Um carioca e um paulista estão andando pela praia quando encontram uma lâmpada mágica. De dentro dela surge um gênio que promete realizar um desejo de cada.

E o carioca:

– Quero que o Rio de Janeiro seja cercado por muralhas como as da China, para evitar a entrada dos paulistas.

Plim!

– Prontinho, o seu desejo já está realizado.

E o paulista:

– Gênio, esses muros são resistentes?

– Muito! Nada poderá derrubá-los!

– E são bem altos?

– Mais altos que o Cristo Redentor!

– Então encha dágua!

Baiano Famoso

O turista chega pela primeira vez a São Salvador, ansioso por conhecer as famosas belezas naturais da Bahia. Desembarca no Aeroporto Luís Eduardo Magalhães, pega um táxi e vai olhando a cidade. No percurso até o hotel, passa pela avenida Luís Eduardo Magalhães, pela praça Luís Eduardo Magalhães e pelo Hospital Luís Eduardo Magalhães.

– Pôxa, eu não imaginava que o Luís Eduardo era tão querido assim! – o turista comenta.

– Além de querido, ele é um caso único! – o taxista responde.

– Caso único? Por quê?

– Porque ele é o único baiano da história que morreu de stress!

Soltando o Verbo

Perguntaram ao mineiro:

– Diz aí um verbo!

Ele pensou, pensou e respondeu indeciso:

– Bicicreta.

– Não é bicicreta, seu mineiro burro, é bicicleta. E bicicleta não é verbo!

Perguntaram a outro mineiro:

– Diz você aí um verbo!

Ele também pensou, pensou e arriscou ressabiado:

– Prástico.- Não é prástico, ô mineiro burro, é plástico. E plástico não é verbo!

Perguntaram a um terceiro mineiro:

– Diz aí um verbo!

Esse aí nem pensou:

– Hospedar.

– Muito bem! Até que enfim um mineiro inteligente. Agora diga aí uma frase com o verbo que você escolheu.

O mineiro encheu o peito de coragem e mandou bala:

– Hospedar da bicicreta são de prástico!

A Pescaria do Mineirinho

O mineiro está pescando na beira do riacho, de repente chega um conhecido, acocóra-se ao seu lado, faz um cigarrinho de palha e fica ali, observando a superfície do rio durante várias horas, no mais absoluto silêncio.

A certa altura, o mineirinho incomodado com a presença do amigo, resolveu falar:

– Qué pescá um cadim?

E o outro:

– Deus me livre, moço! Tenho paciência préssas coisas não, sô!

Gaúchos, Mineiros, Paulistas e Cariocas

Num seminário de uma importante empresa fabricante de bebidas, encontraram-se o gaúcho, o mineiro, o carioca e o paulista.

Todas as noites, após as palestras eles jantavam juntos e, após o jantar, ficavam contando piadas.

Como o gaúcho era o mais tímido de todos e nunca tinha coragem de contar uma piada, os outros três começaram a contar apenas piadas de gaúcho.

E assim foi durante quase uma semana. O paulista, o mineiro e o carioca rachando o bico às custas do gaúcho, e ele sem dar um pio, sofrendo em silêncio.

No último dia ele resolveu se abrir:

– É que na semana passada peguei a minha mulher na cama com outro, tchê!

– Verdade? E o que você fez? – perguntou um deles.

– Botei ela e meu filho no carro e fui dirigindo a noite inteira até o Rio de Janeiro. Chegando lá, disse pra ela: “Desce! Porque aqui que é lugar de puta!”, depois continuei a viagem e fui até São Paulo. Chegando lá, disse para o meu filho: “Desce! Porque aqui que é terra de filho da puta!”, “E você, papai? Vai pra onde?”, perguntou meu filho. E eu respondi: “Vou para Minas, que é lugar de corno!”.

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