Americano vai ao Brasil conhecer menina para quem doou medula óssea

Foto15 Thaisa e Eric Williamson Americano vai ao Brasil conhecer menina para quem doou medula óssea
Em setembro, o texano Eric Williamson viajou até à Zona Sul de São Paulo para conhecer Thaísa, de 9 anos de idade (Foto: Fantástico)

A possibilidade de Thaisa, de 9 anos, encontrar um doador de medula óssea compatível era de 1 em 100 mil pessoas

A menina Thaisa, de 9 anos, natural da Zona Sul de São Paulo, sobreviveu a 2 cânceres. O primeiro, um tumor no fêmur quando tinha apenas 3 anos de idade. O segundo, uma leucemia provocada pelo tratamento quimioterápico do primeiro, entretanto, os pais dela não eram compatíveis. Em virtude disso, foi preciso encontrar um doador voluntário, ou seja, uma pessoa que tivesse compatibilidade genética com a Thaisa em algum lugar do mundo. O caso foi destaque no programa Fantástico, da TV Globo.

O universitário texano Eric Williamson gosta de ciclismo, estuda em Boston (MA) e a vida dele tornou-se eternamente ligada à da menina brasileira. Após o transplante de medula óssea, ele viajou ao Brasil para conhecer a pessoa que ele salvou a vida, mesmo sem conhecê-la, há 4 anos. Devido ao tratamento, o tipo sanguíneo dos dois tornou-se o mesmo, A+, portanto, a menina considera o doador literalmente um “irmão”.

. Brasileiros no exterior:

A base genética brasileira é muito diversa, em virtude das várias etnias que compõem a população, portanto, é importante que cada vez mais brasileiros se cadastrem como possíveis doares de medula óssea. Para efetuar o registro é necessário que os interessados preencham os seguintes requisitos: Tenham entre 18 e 44 anos. O registro é gratuito e não importa o status migratório. Necessita residir nos USA. O registro pode ser feito online: join.bethematch.org/saveme. Registre-se como um possível doador de medula óssea pelo telefone: Envie mensagem de texto: Cure135, para: 61474.

O provável doador necessita residir nos USA. Em uma semana, o interessado receberá em sua residência um envelope selado com um kit para o teste genético. Basta fazer a fricção dos cotonetes na parte interna da bochecha e colocar na caixa do correio, explicou Roosevelt, coordenador da Fundação Icla da Silva nos EUA.

“Estamos perdendo nossas crianças e adultos por falta de solidariedade. Ajude a salvar uma vida!” Encorajou o ativista. Mais informações podem ser obtidas através do tel.: (407) 276-4860, falar com Roosevelt Ramos ou do e-mail: [email protected]”, informou o ativista.

 

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