“A Vida Invisível” vai representar o Brasil em disputa pelo Oscar

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A seleção do filme “A Vida Invisível” foi feita por uma comissão de nove especialistas presidida pela cineasta Anna Muylaert

Filme foi escolhido pela Academia Brasileira de Cinema para disputar uma vaga entre os 5 indicados ao prêmio de Melhor Longa-Metragem Internacional

A Academia Brasileira de Cinema (ABC) divulgou, nesta terça-feira (27), o filme brasileiro que irá concorrer a uma vaga entre os cinco indicados ao prêmio de Melhor Longa-Metragem Internacional da 92ª premiação da Academy of Motion Picture Arts and Sciences – Oscar, que será realizada em 9 de fevereiro de 2020. O escolhido foi A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, adaptação do livro “A Vida Invisível de Eurídice Gusmão”, de Martha Batalha.

A seleção do filme foi feita por uma comissão de nove especialistas presidida pela cineasta Anna Muylaert. A partir da indicação, os realizadores do filme devem enviar à Academy of Motion Picture Arts and Sciences, até 1° de outubro, os devidos documentos para a inscrição na competição.

“Vi todos os indicados e pude constatar, com grata satisfação, os avanços do cinema brasileiro nos últimos anos”, destaca o secretário do Audiovisual do Ministério da Cidadania, Ricardo Rihan. “Espero que o filme fique entre os indicados e possamos ter mais uma vez um representante brasileiro no Oscar”, afirma.

O longa conta a história de duas irmãs, Guida e Eurídice. Na atualidade, antigas cartas de Guida, há muito desaparecida, surpreendem Eurídice, uma senhora de 80 anos. No Rio de Janeiro dos anos 1950, Guida e Eurídice são cruelmente separadas, impedidas de viverem os sonhos que alimentaram juntas ainda adolescentes.

O filme foi o vencedor da mostra Um certo Olhar, na 72ª edição do Festival de Cannes. A estreia no Brasil está prevista para novembro nos cinemas.

Participaram da disputa os seguintes longas-metragens: Bacurau, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles; Bio, de Carlos Gerbase; Chorar de Rir, de Toniko Melo; Espero tua (Re)volta, de Eliza Capai; Humberto Mauro, de André Di Mauro; Legalidade, de Zeca Brito; Los Silencios, de Beatriz Seigner; Simonal, de Leonardo Domingues; Sócrates, de Alex Moratto; A Última Abolição, de Alice Gomes; A Vida Invisível, de Karim Aïnouz; e A Voz do Silêncio, de André Ristum.

 

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